Notícia

Nutrição no tratamento de obesidade

Nutricionista explica os problemas da doença e as curiosidades da cirurgia bariátrica Hoje as estáticas revelam que quase um terço ds população está acima do peso ou sofre de obesidade, que nada mais é do que acumulo excessivo de gordura corporal. Mas para se ter um diagnóstico correto se uma pessoa é ou não obesa, são resultados de estudos complexos. Segundo a nutrcionista do Grupo Ana Rosa Vanessa Mena Bado, além de uma alimentação excessiva estão envolvidos fatores genéticos, ambientais e metabólicos. A nutricionista explicou ao Hoje curiosidades sobre a doença e como funciona a cirurgia bariátrica. Um dos fatores agravantes da doença é que ela pode se tornar mórbida, que é quando atinge o ponto de aumentar significamente o risco de contrair uma ou mais condições relacionadas a esta (também conhecidas comorbidades) que podem levar a morte. Dentre elas estão: diabetes, insuficiência cardíaca,infarnto, apneia do sono, hipertensão, aumento de colesterol, triglicérides e incontinência urinaria. Vanessa explica, que o tratamento clínico da obesidade é realizado com dieta supervisionada juntamente com o apoio de um médico endocrinologista, um psicólogo por meio de uma terapia e um bom programa de exercícios por pelo menos dois anos consecutivos. Se após essas tentativas o paciente não obter sucesso na manutenção do peso, um dos caminhos é a cirurgia de obesidade ou redução do estomago, na maioria dos casos, a qualificação mínima para ser considerado candidato ao procedimento é estar com índice de massa corporal (IMC) de 40 ou mais, ou maior ou igual a 35, com doenças associadas. Conforme ressalta a nutricionista" o mais importante é compromisso que o paciente assume em relação aos cuidados necessários ao seu tratamento de longo prazo." Segundo a especialista antes de fazer a cirurgia o paciente tem que ter feito diversas tentativas para emagrecer. " Ele tem que ter realizado um acompanhamento com nutrionista, endocrinologista, atividade física, e se nada disso deu certo, ai sim ele pode procurar fazer a cirurgia." A cirurgia Tendo necessidade de se realizar um procedimento cirúrgico, a alimentação exerce um processo fundamental, tanto no período pré - operatório, quando no pós - operatório, pois além de auxiliar no preparo, esta orientará nas mudanças que irão ocorrer após a mesma. A dieta deverá ser evoluída gradativamente conforme a individualidade do paciente. Mudanças de hábitos deverão ser modificados, dentre elas, mastigação, frequencia alimentar e consumo de determinados alimentos e bebidas. Conforme explica Vanessa, em geral os pacientes que realizam este procedimento não podem passar três horas sem se alimentar, devem ingerir líquidos perto do horário de refeição ou junto a esta. No mínimo devem ter hidratação de pelo menos 02 litros líquidos ao dia e evitar consumo de álcool, bem como alimentos gordurosos e calóricos. Assim, o paciente que realiza tal procedimento ficará aproximadamente 01 mês tendo uma dieta líquida a semi - líquida, para que ocorra a perfeita cicatrização da cirurgia. Passado este período é importante que se volte a ter uma alimentação normal, porém sem exageiros. A nutricionista ressaltou que a maioria dos pacientes tornam um complexo vitamínico. " Com a redução do estômago o paciente tem apitite e come menos, e também tem um desvio para o intestino que não permite que organismo absorva tudo." Vanessa explicou que a idade mínima recomendada a fazer a cirurgia é de 18 anos. " Játiveram casos com idades inferiores, mas o ideal é fazer acima de 18 anos. A cirurgia é uma ferramenta, mas o paciente tem que manter um plano alimentar correto e manter o trabalho com a equipe multidisciplinar, com nutricionista e psicólogo. 07/08/2009

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